Anne Wingmore, a cura pela alimentação viva

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e8786832753f729e3803f71f214abec4Em 1927, uma jovem imigrante da Lituânia, chamada Anne Wingmore, estava num leito de hospital em algum lugar dos Estados Unidos, tendo que tomar a mais difícil decisão de sua vida: Permitir ou não que os médicos amputassem suas duas pernas.

Dias antes ela tinha sofrido um acidente que resultou na fratura de ambas as pernas, logo acima dos tornozelos. Ela foi hospitalizada, mas os ferimentos gangrenaram e a única solução médica era a amputação. Enfrentando um pai extremamente autoritário e a medicina da época, ela se recusou a ter suas pernas amputadas, os médicos disseram que nada mais poderia ser feito e ela foi levada de volta para casa, onde uma morte lenta e dolorosa a aguardava.

 

Em 1980, Anne Wingmore, uma jovem senhora, entra, caminhando decididamente sobre pés fortes, na sede da “Humanitarian International Association” para receber o prêmio de Mulher da Década (1970-1980) por “Serviços prestados para o Mundo no Campo do Câncer e Outras Doenças Degenerativas”.

A jovem lituana curou a gangrena que devorava seu corpo, através de banhos de sol e uma alimentação baseada em pétalas de flores, grama e ervas frescas, iniciando assim sua jornada no campo da saúde e alimentação.

Dr.-Ann-Wigmore-2Anos mais tarde ela fundou o Instituto Hipócrates e criou os princípios da Alimentação Viva. Suas pesquisas resgataram uma alimentação baseada no consumo exclusivo de alimentos crus e orgânicos, tendo como principal fonte de proteína, grãos, sementes e nozes germinados e nos deixando como legado: o maravilhoso Rejuvelac, um poderoso probiótico obtido através da fermentação de grãos, e o suco de grama de trigo (Wheatgrass), com suas propriedades desintoxicantes (detox).