Livros que amamos: “Mulheres que correm com os lobos”

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4e5039fe21698447f8eda7a7f9a321ddQuando Clarissa Pinkola Éstés lançou o seu uivo em forma de um livro de quase 500 páginas, talvez não imaginasse o quanto sua mensagem viria a se disseminar pelo mundo, tocando nas profundezas do imaginário feminino, acordando a matilha, despertando gerações e gerações de mulheres que se redescobriram no arquétipo da mulher selvagem.

Muitas das mulheres que hoje se reunem em torno do movimento de espiritualidade da Deusa, na busca do Sagrado Feminino, em círculos de mulheres, em rodas de contação de histórias e em grupos de estudos e partilha, foram profundamente tocadas e inspiradas pelas lendas, histórias e interpretações junguianas desta autora.

“Mulheres que correm com os lobos” é um livro que é mais do que um conjunto de artigos e temas reunidos, é mais do que uma interpretação da teoria junguiana dos arquétipos, é uma verdadeira medicina, no sentido mais “xamânico” que podemos dar a este termo.

Ao ser tocada por suas histórias, uma mulher é capaz de se libertar de uma relação ou situação opressora, capaz de recriar a sua própria vida, dar corpo a sua arte, repensar sua trajetória, permitir-se amar, morrer e renascer em vida, se curar.

É um livro que nos remete ao pertencimento. A necessidade de encontrarmos nosso clã, de celebrarmos em irmandade, de partilharmos sua leitura e interpretação, de transbordarmos a mera relação de expectadores-leitores, nos tornarmos agentes de nossas próprias mudanças e da mudança do mundo.

É também um caminho certeiro para o encontro de nosso poder pessoal, no reconhecimento de nossas dores, cicatrizes, experiências, como parte do que somos, como a trajetória que devemos Mulheres-que-correm-com-os-loboshonrar e ensinar.

Chegar a sua leitura, vem por um chamado. Entender suas histórias, vem pelo reconhecimento da nossa própria experiência. Este definitivamente é um livro que surge para quem precisa lê-lo, que transita pelo universo das sincronicidades.

É com ele que estamos reescrevendo parte da nova história das mulheres. Esse algo mais próximo do que realmente somos: Mulheres (também ou quase sempre, mesmo que a espreita) selvagens.

Ficou interessada? Você encontra ele aqui.

Se você já  leu, e esse livro de alguma forma te tocou profundamente, compartilhe conosco suas experiências.

“Não importa a cultura pela qual a mulher seja influenciada, ela compreende as palavras mulher e selvagem intuitivamente. Quando as mulheres ouvem essas palavras, uma lembrança muito antiga é acionada, voltando a ter vida. Trata-se da lembrança do nosso parentesco absoluto, inegável e irrevogável com o feminino selvagem, um relacionamento que pode ter se tornado espectral pela negligência, que pode ter sido soterrado pelo excesso de domesticação, proscrito pela cultura que nos cerca ou simplesmente não ser mais compreendido. Podemos ter-nos esquecido do seu nome, podemos não atender quando ela chama o nosso; mas na nossa medula nós a conhecemos e sentimos sua falta. Sabemos que ela nos pertence; bem como nós a ela.”Clarissa Pinkola Estés

 

 

  • Bruna

    Eu tenho esse livro como uma “bíblia” leio e releio contos específicos a depender do que sinto que preciso. E toda vez que releio sempre toca uma parte diferente, sempre extraio algo diferente.

  • Barbara Ilario

    uou

  • Breitner Savio

    Nossa, mas que relato mais simples e honesto, realmente inspiradoras suas palavras.

  • Lola Faria

    Hi. Hj recebi a dica de minha terapeuta. Estou em desenvolvimento e creio que minha solicitação ao universo esteja sendo atendida. Gratidão imensa pelo carinho. Vou contando as experiências.
    Abraços fraternos

  • Rafaela Kleinhans Pereira

    Oi oi gente, eu gostaria de receber mais indicações de leituras